há algo de monstruoso nessa coisa de aniversário,
mas já perdi o medo de monstros.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
sou muito pragmático
e quero achar motivo em tudo,
mas as vezes esses motivos
faltam e que fazemos disso?
a necessidade de andar
transforma tudo em pretexto
e você faz de tudo um drama;
somos só vela preta e choro.
e tenho rezado tanto, tanto
por vela e bandeira branca
um amor sem suplício
mas cheio de graça e alício.
você não veio e por isso não fui.
você não veio e por isso não foi.
acabou.
e quero achar motivo em tudo,
mas as vezes esses motivos
faltam e que fazemos disso?
a necessidade de andar
transforma tudo em pretexto
e você faz de tudo um drama;
somos só vela preta e choro.
e tenho rezado tanto, tanto
por vela e bandeira branca
um amor sem suplício
mas cheio de graça e alício.
você não veio e por isso não fui.
você não veio e por isso não foi.
acabou.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
observar o bolo crescendo
enfiar um palito pra ver a consistência
retirar da forma e esperar que resfrie
até que enfim vire um bolo.
há um tempo em tudo,
um limite que a coisa
impõe ao homem.
saber se safar com maestria
dessa condição de subjugado
é como uma esquiva de capoeira,
leva um tempo, requer esforço
mas o resultado resplandece.
o bolo é bonito
a esquiva é linda,
chegar onde queremos
é a glória.
mas que fique em nossos corações
o esforço e a técnica necessárias
pra driblarmos o tempo
o tempo todo.
[sexta-feira defendo minha dissertação, é o fim de uma fase, um ciclo que se fecha, uma época que atravesso. guardo todo o esforço em mim, pois muita coisa cansou, muita coisa caducou, muita coisa não merece voltar. o doutorado está ai e que traga novos ares pra novos respiros]
enfiar um palito pra ver a consistência
retirar da forma e esperar que resfrie
até que enfim vire um bolo.
há um tempo em tudo,
um limite que a coisa
impõe ao homem.
saber se safar com maestria
dessa condição de subjugado
é como uma esquiva de capoeira,
leva um tempo, requer esforço
mas o resultado resplandece.
o bolo é bonito
a esquiva é linda,
chegar onde queremos
é a glória.
mas que fique em nossos corações
o esforço e a técnica necessárias
pra driblarmos o tempo
o tempo todo.
[sexta-feira defendo minha dissertação, é o fim de uma fase, um ciclo que se fecha, uma época que atravesso. guardo todo o esforço em mim, pois muita coisa cansou, muita coisa caducou, muita coisa não merece voltar. o doutorado está ai e que traga novos ares pra novos respiros]
sábado, 5 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
quando for perdoar alguém, lembre-se, ninguém é verde.
digo isso porque sempre fui muito propenso a perdoar os outros,
deixar pra lá.
mas nessa história já fui feito de bobo muitas vezes e então resolvi
não deixar pra lá.
ví que basta uma fraqueza exposta, apenas uma
e sempre haverá alguém disposto a pisar em cima.
parece dramático,e é mesmo.
foi quando decidi adiar essa coisa de perdoar os outros,
ninguém é verde aqui, nem maduro porém.
digo isso porque sempre fui muito propenso a perdoar os outros,
deixar pra lá.
mas nessa história já fui feito de bobo muitas vezes e então resolvi
não deixar pra lá.
ví que basta uma fraqueza exposta, apenas uma
e sempre haverá alguém disposto a pisar em cima.
parece dramático,e é mesmo.
foi quando decidi adiar essa coisa de perdoar os outros,
ninguém é verde aqui, nem maduro porém.
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