queremos terminar a noite bem, de bem com nossos afetos.
é com eles que meviro às 7 da manhã, antes de esquentar a água do café, antes de entrar dentro da roupa.
quando acordo de bem com meus afetos o mundo me surge silencioso, profundo e desprovido de limites. encantado.
aprendida a lição.
terça-feira, 12 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Eu não sou da sua rua
(Arnaldo Antunes)
Eu não sou da sua rua,
Não sou o seu vizinho.
Eu moro muito longe, sozinho.
Estou aqui de passagem.
Eu não sou da sua rua,
Eu não falo a sua língua,
Minha vida é diferente da sua.
Estou aqui de passagem.
Esse mundo não é
Meu, esse mundo não é seu
é esse o clima...
(Arnaldo Antunes)
Eu não sou da sua rua,
Não sou o seu vizinho.
Eu moro muito longe, sozinho.
Estou aqui de passagem.
Eu não sou da sua rua,
Eu não falo a sua língua,
Minha vida é diferente da sua.
Estou aqui de passagem.
Esse mundo não é
Meu, esse mundo não é seu
é esse o clima...
...a vida acontecendo e eu fingindo que não era comigo.
...as pessoas se aproximando, as pessoas se afastando e eu fingindo que não era comigo.
gosto sempre de ressaltar bem que o tempo do encontro é inversamente proporcional ao tempo do afastamento.
quando estamos envolvidos na conquista de alguém nada acontece num estalar de dedos, é tudo menos rapído do que se imagina. mesmo que as mãos se toquem, os lábios de esfreguem, que os sexos se juntem já...ainda há o depois disso. fica aquela sensação que de depois disso há o que ser ruminado, vivido e ruminado.
você se pergunta, 'nossa, tão rápido' e o tempo te aplica uma rasteira porque nos dias seguintes, ainda enlevado por tudo quanto houve, nada ainda se concretizou. não há vitória a ser cantada.
quando as pessoas se vão de nossas vidas elas o fazem como um mandrake, o batman do cinema, o mestre dos magos. elas até explicam uma coisa ou outra, arranjam um motivo ou outro, às vezes motivos totalmente consistentes, reais e sinceros. mas se mandam num sopro, numa explosão atômica sem vítimas.
conhecer alguém envolve a terafa do desencanamento. é entender que as experiências passadas contam, mas não bastam. é preciso se jogar em novas ondas, porque elas sempre desaguam na areia, porto seguro.
é nessas ondas que surfo.
...as pessoas se aproximando, as pessoas se afastando e eu fingindo que não era comigo.
gosto sempre de ressaltar bem que o tempo do encontro é inversamente proporcional ao tempo do afastamento.
quando estamos envolvidos na conquista de alguém nada acontece num estalar de dedos, é tudo menos rapído do que se imagina. mesmo que as mãos se toquem, os lábios de esfreguem, que os sexos se juntem já...ainda há o depois disso. fica aquela sensação que de depois disso há o que ser ruminado, vivido e ruminado.
você se pergunta, 'nossa, tão rápido' e o tempo te aplica uma rasteira porque nos dias seguintes, ainda enlevado por tudo quanto houve, nada ainda se concretizou. não há vitória a ser cantada.
quando as pessoas se vão de nossas vidas elas o fazem como um mandrake, o batman do cinema, o mestre dos magos. elas até explicam uma coisa ou outra, arranjam um motivo ou outro, às vezes motivos totalmente consistentes, reais e sinceros. mas se mandam num sopro, numa explosão atômica sem vítimas.
conhecer alguém envolve a terafa do desencanamento. é entender que as experiências passadas contam, mas não bastam. é preciso se jogar em novas ondas, porque elas sempre desaguam na areia, porto seguro.
é nessas ondas que surfo.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Jossa Nova e musicoterapia?
Dá pé isso?
Vê lá:
http://www.batelli.com.br/entretenimento/musica/8/musicoterapia-com-o-projeto-jossa-nova-3277
Saudações...
Dá pé isso?
Vê lá:
http://www.batelli.com.br/entretenimento/musica/8/musicoterapia-com-o-projeto-jossa-nova-3277
Saudações...
domingo, 26 de junho de 2011
você pode até achar bobagem, mas o meu time perdeu hoje.
perdemos feio, foi até vergonhoso.
comprei umas cervejas, uns petiscos na perspectiva de um grande jogo. meu time podia até perder, mas assim...
levamos uma surra, uma goleada sonora, como dizem.
ver seu time perder no domingo é quase um agouro. não há outra coisa a fazer, senão comprar mais cerveja, mais petiscos e chorar essa desilusão, mais uma...
amanhã é segunda e vida te exibe um cartaz com os dizeres: acorde!
e as dores futebolísticas são superadas por outras necessidades, outros afazeres.
mas na vida ou no futebol, há sempre um dia após o outro. os dias não vêm geminados, assim como os passos também não. é um passo a frente do outro.
é esse o clima...
perdemos feio, foi até vergonhoso.
comprei umas cervejas, uns petiscos na perspectiva de um grande jogo. meu time podia até perder, mas assim...
levamos uma surra, uma goleada sonora, como dizem.
ver seu time perder no domingo é quase um agouro. não há outra coisa a fazer, senão comprar mais cerveja, mais petiscos e chorar essa desilusão, mais uma...
amanhã é segunda e vida te exibe um cartaz com os dizeres: acorde!
e as dores futebolísticas são superadas por outras necessidades, outros afazeres.
mas na vida ou no futebol, há sempre um dia após o outro. os dias não vêm geminados, assim como os passos também não. é um passo a frente do outro.
é esse o clima...
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